05. novembro 2012 · Comentários desativados em 5 orientações para você se comportar de forma profissional nas redes sociais · Categories: Gestão de Carreira · Tags: , , ,

Por João Luís de Almeida Machado

Atuar de forma profissional na web é essencial para quem busca colocação no mercado, por isso muita atenção com o que divulga em suas contas de redes sociais         

Se você é profissional e tem contas em redes sociais, muita atenção quanto ao que divulga através de suas páginas. Os recrutadores vão muito além de seu currículo para entendê-lo e, dependendo do que você mesmo disponibiliza em suas contas do Facebook, Twitter, YouTube, Foursquare, Linkedin, Google+ e outras redes, o emprego desejado pode ficar mais distante ou tornar-se inviável.

Apresentamos, a seguir, 5 orientações de especialistas para que você mesmo não se prejudique através das redes sociais e perca as oportunidades que surgirem, confira:

1 – Ao criar uma conta em redes sociais permita a participação em sua página apenas de pessoas que conhece e as diferencie neste universo de acordo com a ligação que possui com elas, como por exemplo: familiares, amigos, colegas de trabalho…

2 – Utilize as redes sociais distinguindo claramente os aspectos pessoais dos profissionais. Assuntos relacionados à família e amigos devem ser colocados em áreas específicas, criadas por você para isso, nas quais seja possível agendar compromissos sociais e familiares sem que estes dados fiquem visíveis e disponíveis para todos. Crie grupos para família e amigos nos quais fique a vontade para conversar com os parentes e com as pessoas com as quais tem amizade.

3 – Entenda bem as redes sociais nas quais possui contas. Elas têm objetivos específicos e atuar nestes ambientes de forma consciente é de fundamental importância. Apenas para melhor compreender o que isso significa, perceba que o Linkedin é uma rede que reúne profissionais, por empresas, ramos de atuação e interesses específicos das diferentes áreas de atuação; o Facebook, oriundo do universo estudantil, com o propósito de aproximar colegas e estreitar relacionamentos, é uma rede social mais focada nos interesses pessoais ainda que seja utilizada também para fins profissionais. Neste sentido, ao misturar informações pessoais e profissionais, o Facebook  precisa ser utilizado de forma consciente e inteligente para que o usuário não se exponha em demasia quanto as suas particularidades pessoais e que, assim, evite constrangimentos profissionais.

4 – A participação em grupos é importante elemento analisado pelos recrutadores e selecionadores das empresas e, neste sentido, participar de comunidades online como “odeio segundas-feiras”, “meu chefe é um chato”, “adoro pichação”, “comunidade da fofoca” e afins, além daquelas politicamente incorretas ou eticamente reprováveis, pode lhe prejudicar. Mostrar, por outro lado, interesse pelos temas profissionais relacionados à área em que atua, participando de grupos de estudo ou agindo em prol de comunidades online que favoreçam causas importantes o coloca em posição de destaque. Mas é imprescindível que as informações de participação nos grupos tenham, de fato, respaldo na vida pessoal e profissional dos candidatos, caso contrário, configura-se fraude ou mentiras que irão prejudicar ainda mais o postulante a vagas de trabalho.

5 – Superexposição em redes sociais e acesso muito constante a elas é outro fator que pode prejudicá-lo. Ficar por horas a fio navegando no Facebook ou postando no Twitter mostra que você pode repetir isso no ambiente corporativo o que não deve acontecer, é claro. Muitas empresas, inclusive, proíbem ou mesmo travam o acesso a redes sociais em suas dependências.

João Luís de Almeida Machado é Doutor e mestre em educação, graduado em história, escritor e membro da Academia Caçapavense de Letras, atua no ramo de gastronomia e hotelaria como pesquisador, jornalista e professor.

01. outubro 2012 · Comentários desativados em 10 ferramentas de escritório que estão em extinção, segundo pesquisa do LinkedIn · Categories: Gestão de Pessoas · Tags: , , ,

O site Linkedin realizou um estudo, com mais de 7 mil profissionais, perguntando sobre as tendências e ferramentas de trabalho que provavelmente desaparecerão dos escritórios até 2017.

De acordo com os brasileiros, o aparelho de fax (com 81%) lidera a lista de ferramentas que desaparecerão em 5 anos, seguido por:

Padrões de horário de trabalho – 62%

Gravadores de fita – 48%

Computadores de mesa – 41%

Trajes formais de trabalho (terno, gravata, etc.) – 35%

Porta-cartões de mesa – 29%

Um escritório com porta – 26%

Baias – 25%

Telefones de mesa – 23%

Cartões de visita – 17%

O site foi além, e também perguntou quais ferramentas ganharão mais destaque. O resultado apontou que a maioria dos entrevistados escolheu o Tablet (55%), seguido de armazenamento em nuvem (54%), horas flexíveis de trabalho e smartphones (ambos com 52%).

O levantamento perguntou os sonhos que os profissionais gostariam de ver no futuro. Globalmente, os resultados apontaram que o maior desejo dos entrevistados é ter um clone, ou assistente para ajuda-los ao longo do dia (25%), já o maior desejo dos brasileiros, segundo o estudo, é ter uma área no escritório com luz solar (30%).

Estudos como esse, realizado pelo Linkedin, são importantes termômetros para medir como anda a situação nos escritórios ao redor do mundo. Porém, uma reviravolta curiosa acabou surpreendendo, 19% dos entrevistados globais apontaram como seu maior desejo, ter um botão que pudesse silenciar seus colegas de trabalho, para não ouvi-los falar.

Fonte: Administradores – O Portal da Administração